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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

golpe de teatro em plenas correntes d'escritas


Já todos os poveiros estão conscientes da grave situação financeira em que se encontra esse “monstro sem cabeça” que se chama Varzim Lazer.

A Varzim Lazer, no fundo, é apenas um retrato da situação financeira da Câmara Municipal que, como todos sabemos, está no limite da falência.

E não venham com o argumento dos “grandes investimentos em infra-estruturas” e “obras emblemáticas e do século”, deste e do outro, porque a Câmara Municipal não tem investido um único cêntimo.

Só para dar dois exemplos:

A Av. Mouzinho está a ser construída com dinheiro do empreiteiro, o qual espera ser reembolsado com o tarifário de estacionamento a ser cobrado no túnel.

Na realidade, quem vai pagar a obra é você que está a ler este texto.

A reestruturação da Praça do Almada foi toda ela comparticipada pelo desgraçado do Fundo de Turismo que anda a dar dinheiro dos contribuintes para obras supérfluas.

Mas voltando à Varzim Lazer, temos que aceitar que “já se nota o dedo do camarada Afonso Oliveira”, tido por todos, principalmente pela Várcia Mara, como um vereador afável, seja lá o que isso for.

E não é que o camarada Afonso fez o impensável, tal qual o camarada Macedo Vieira no seu primeiro mandato quando fez o arranjo da marginal:

Entregou a gestão da Academia de Ténis a uma empresa privada, pelo prazo de um ano para ver se corre bem, ou como disse o camarada Macedo: “este contrato é um insaio”.

Com esta atitude poveiros que lá trabalhavam há muitos anos foram remetidos para o desemprego. Para quê?

Para entregar três dos cinco courts de ténis a essa empresa que irá cobrar o triplo do que se pagava antes.

Mas o mais caricato é que foi organizado um torneio de ténis.

Quem esteve por trás desse torneio?

Um familiar do camarada Macedo Vieira, ele também camarada do camarada PSD de Vila do Conde, um tal Pedro Soares.

Porém, aqui temos de estar do lado do camarada Macedo Vieira.

Não é ele que tem o pelouro do desporto e, como tal, não tinha conhecimento da organização desse torneio, porque se soubesse nunca teria permitido, ele que é contra o nepotismo. Leia AQUI.

Veja como colocámos a foto de apresentação AQUI.


E repare na foto de apresentação do torneio. Ele nem estava lá! O homem não sabia de nada.


O mesmo se passou no caso do camarada Tone.

O camarada Macedo Vieira estava no Rio de Janeiro quando o camarada Tone deu as cinco faltas injustificadas.

Quando foram todos a julgamento, do qual resultou a condenação do camarada Tone e do camarada PSD de Aires Pereira, o camarada Macedo Vieira nem foi denunciado, porque toda a gente acreditou que ele não sabia de nada.

O leitor acredita?

Na semana em que a Póvoa de Varzim é a capital do teatro, isto é o que se chama um golpe de teatro.







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