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sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

repto ao dr. macedo vieira


O tempo encarregou-se de apaziguar os ânimos, mas para muitos funcionários da Câmara, aquele dia ficou marcado nas suas vidas como o mais aterrorizante de todos quantos haviam passado na autarquia.Tudo aconteceu há cerca de 5 anos.Macedo Vieira estava extremamente zangado com a forma indigna com que os funcionários, em surdina, se referiam a ele: era o Magala, era o Dr. Zé, era o Sargenor. Enfim! Nomes que não sendo ofensivos da dignidade do autarca, o importunavam na forma de ser autoritária que o caracterizava.Reunido com os seus capangas ficou decidido:Enfiar todos os funcionários no Pavilhão Municipal e espetar um arraial de porrada, de forma a eles nunca mais se meterem com o caudilho.Para o acto solene foram contratados vários seguranças ligados à noite poveira, como o Faísca, o Catricoto, o Jamaica e o Bacalhau, chefiados pela Peixe, essa víbora de maldade.O semblante estampado no rosto de todos os que entravam era de total terror.


Claro que esta história não é verídica. Mas apenas nas intenções. Porque como o leitor pode ver foi aprovado em reunião de Câmara chamar todos os funcionários ao Pavilhão Municipal.Quais as intenções? Populistas com toda a certeza.


Por este motivo quero lançar um repto ao Dr. Macedo Vieira (com o devido respeito pelo de Aires Pereira que continua em vigor), um poveiro de Beiriz que sente a cidade como se ela fosse dele, impoluto porque não poluído, apesar de se banhar nas águas das praias, conhecedor da realidade social das suas gentes, apesar de não cumprimentar ninguém:


Dr. Macedo Vieira!


Desafio V. Exª a publicar no site da Câmara todas as actas de reuniões desde que tomou posse em 1994.


Seria um contributo inestimável para se elaborar a história da destruição da Póvoa de Varzim.


E com este post quero dar início a uma semana em que se vão revelar algumas curiosidades da política poveira, toda ela cozinhada em reuniões de Câmara.





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